sábado, 5 de julho de 2008

Ambientes Virtuais de Aprendizagem e suas possibilidades construtivistas

COSTA , Luciano Andreatta Carvalho da,; FRANCO, Sérgio Roberto Kieling. Ambientes virtuais de aprendizagem e suas possibilidades construtivistas. São Paulo: Artigo publicado no Anais do GCETE - Congresso Global de Educação em Engenharia e Tecnologia, 2005

Para Dillenbourg (2003) in Costa e Franco (2005, p. 3), um web-site educacional não é, necessariamente, um AVA. Por exemplo, disponibilizar na Internet um livro sobre construção de diagramas em estruturas isostáticas na forma de hipertexto, não apresenta maiores vantagens comrelação ao próprio livro, mesmo que cada capítulo apresente exercícios com a resolução,podendo ser acessada através de hiperlinks .

Ao se conceber qualquer atividade pedagógica, é importante que se tenha uma clara definição epistemológica, que irá nortear o desenvolvimento das atividades propostas. Promover atividades que forneçam feedbacks imediatos para evitar que os alunos cometam erros, caracteriza uma abordagem empirista, pois funciona usualmente como ma punição ao aluno (Oliveira et al, 2001). Foi salientada no referencial teórico a importância do erro na abordagem construtivista, o que evidencia o quanto o erro do aluno pode contribuir na concepção das atividades. Os autores acima apontam como alternativa ao feedback imediato, "a inclusão de estratégias interativas de ensino que considerem o seu conhecimento prévio, aumentando assim a viabilidade de sua aprendizagem". Pode-se, por exemplo, levar o aluno a tentar entender por que resolveu daquela forma, mostrando que ela pode estar coerente com o seu conhecimento prévio. Sugere-se, também, a utilização de simulações com o objetivo de antecipar dados, possibilitando a utilização de conceitos inerentes àquele conteúdo em situações diferentes. (COSTA E FRANCO, 2005, p. 3).

Recife, 05.07.2008, por Ricardo Silva

Nenhum comentário:

Pesquisar este blog

Carregando...

Seguidores